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sábado, 14 de junho de 2014

MP apura se servidores públicos de Catalão atuavam em obra particular em ouvidor

Três funcionários foram flagrados em uma construção na cidade de Ouvidor.
Vereador diz que eles estavam em horário de trabalho; prefeitura investiga.


Servidores deveriam estar na Secretaria de Infraestrutura, diz vereador  (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

O Ministério Público de Goiás (MP-GO) investiga a denúncia de que três servidores da Prefeitura de Catalão, no sudeste do estado, estariam trabalhando em uma construção particular no município vizinho deOuvidor. De acordo com o vereador Jurandir Antônio da Silva (PMDB), que foi ao local e registrou imagens dos funcionários na obra (veja vídeo ao lado), eles estavam em horário de expediente. “Eles disseram que estavam de férias, mas confirmei no RH [recursos humanos] da prefeitura que os três deveriam estar trabalhando em Catalão”, afirmou.
Jurandir afirma que descobriu a irregularidade após o recebimento de informações anônimas. A suspeita é de que os servidores, lotados na Secretaria de Infraestrutura, trabalhavam na construção de uma casa há três meses.Depois de gravar imagens com os funcionários na obra, o vereador entregou o material para o MP-GO. O dono da construção ainda não foi identificado.“Entreguei tudo, com meu advogado, para que o Ministério Público possa tomar as providências cabíveis até que se chegue quem mandou os servidores de Catalão fazerem essa casa em Ouvidor”, destacou.Procurado, o secretário de Comunicação de Catalão, Marcos Araken, informou que a administração vai abrir uma sindicância para apurar o caso. Segundo ele, os servidores podem ser afastados. “Se comprovado que o funcionário do município estava prestando serviços para um fim particular, em horário de expediente, eles deverão ser punidos na forma da lei e dos regulamentos da prefeitura”, explica.Já a promotora Ariete Cristina Rodrigues, responsável pelo caso no MP-GO, ressaltou que se for confirmado o uso de mão de obra dos funcionários públicos em proveito particular, os responsáveis podem ser acionados judicialmente e serem obrigados, até, a ressarcir os prejuízos aos cofres públicos.

fonteg1goias



 
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