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sábado, 28 de junho de 2014

Acusado de matar e esconder corpo da namorada tem 2ª audiência em GO

Priscila Brenda sumiu ao entrar no carro do namorado, em dezembro de 2012.
Ele e um colega respondem pelo crime, mesmo corpo não tendo sido achado.
O comerciante Paulo Vitor Azevedo, de 21 anos, acompanhou a segunda audiência de instrução do processo judicial em que é acusado de matar e ocultar o corpo da namorada, Priscila Brenda Martins da Silva, desaparecida em dezembro de 2012, quando tinha 14 anos.  Ele e o amigo Claudomiro Marinho Júnior, de 26 anos, respondem pelo assassinato da adolescente, apesar de o corpo nunca ter sido encontrado.
A sessão ocorreu na terça-feira (24), no Fórum de Ipameri, sede da comarca de Campo Alegre de Goiás, onde o acusado mora. Detido no Presídio de Catalão, Paulo Vitor chegou algemado ao fórum e acompanhou o depoimento de 23 testemunhas. Advogada do acusado, Aremita Aparecida Martins reafirmou que seu cliente é inocente.“Segundo o Paulo Vitor, ele é convicto em dizer que é inocente e não tem nada a ver com o sumiço da Priscila. Podemos afirmar, tendo em vista que o inquérito não trouxe nos autos nenhuma conclusão sobre o fato. A delegada não conseguiu, durante a fase inquisitorial, comprovar nem a materialidade, nem a autoria do delito”, destaca.Apontado como coautor do crime, Claudomiro Marinho Júnior estava detido até semana passada, quando ganhou na Justiça o direito de responder ao processo em liberdade.Parentes e amigos da Priscila, que moram do distrito de Pires Belo, acompanharam a audiência. “A gente está firme aqui. Não vamos desanimar hora nenhuma. A gente quer resposta disso tudo. Vamos esperar para ver o que vai dar”, disse Lucinene Pereira da Silva, mãe da garota.A primeira audiência de instrução ocorreu no último dia 5, em Catalão. Na ocasião, 13 pessoas foram ouvidas.Uma terceira sessão judicial está marcada para esta quinta-feira (26), também em Catalão. Depois disso, a Justiça irá decidir se os acusados irão ou não a júri popular.Acusado solto

Claudomiro, amigo de Paulo Vitor, ficou 112 dias preso até ser solto e ter o direito de responder ao processo em liberdade. O pedido de liberdade provisória foi feito pela defesa e acatado pelo juiz.Mãe do acusado, Roselena Vieira acredita que o filho não tem envolvimento com o crime. “Deus vai mostrar a verdade que ele é inocente. É um menino que nunca me deu trabalho. Se ele devesse, ele tinha que pagar. Mas um inocente, pagar por uma coisa que jamais ele fez?", questiona.
fonteg1goias



 
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