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sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Após um mês, morte de menina yasmim violentada em catalão GO segue sem solução

Resultado de exame de DNA atrasa conclusão do inquérito, diz delegada.
Iasmin foi achada em cômodo de obra; suspeito do crime segue preso

Após um mês, o crime que chocou a cidade de Catalão, no sudeste de Goiás, ainda segue sem conclusão. Iasmin Martins de Souza Silva tinha 8 anos quando foi encontrada morta a pauladas no cômodo de uma obra. Já foi comprovado que ela foi violentada antes de ser assassinada. Porém, segundo a delegada Alessandra Maria de Castro, ainda é preciso o resultado de um exame de DNA para fechar o inquérito e indiciar o pedreiro suspeito do crime e preso dois dias depois do homicídio.
Iasmin foi encontrada morta no dia 9 de dezembro do ano passado. Amostras do material genético da garota e do suspeito foram colhidas e encaminhadas para o Instituto de Criminalística de Goiânia no início de dezembro e deve ficar pronto ainda esse mês. Sem esse laudo, afirma a delegada, é impossível dar andamento ao processo.
"A gente depende do Instituto de Criminalística. Eles têm os métodos e as técnicas para fazer o trabalho deles. Esse exame já foi priorizado em razão da gravidade do crime, ele já está sendo feito. Agora a demora é realmente pelo procedimento pelos métodos necessários para fazer o exame”, explica a delegada, que garantiu remeter o processo ao Poder Judiciário assim que o documento ficar pronto.
Para Alessandra, as chances de que o pedreiro seja o autor do crime são altas. A opinião é baseada nos antecedentes criminais dele e no depoimento de testemunhas. "Somente o exame vai confirmar 100% de certeza, mas tudo leva a crer que foi ele", estima.
Sofrimento
Enquanto o resultado não sai, a família de Iasmin sofre com a angústia de não saber quem realmente cometeu o crime. Mãe da garota, Leidiane Martins Pereira ainda não Já tem um mês. Não tem nenhum resultado pronto. Eu quero saber quem matou minha menina. Não pode ficar impune, ficar em vão”, lamenta a mãe, que guarda como lembrança da filha um único vestido. Para Leidiane, a demora na confirmação da autoria do crime traz ainda mais revolta e agonia. "Sei que ela sofreu muito e sei que não vai trazer ela de volta mais, mas pelo menos quero saber se foi ele porque quero que ele pague. Se não foi ele, quero que descubra quem que é", desabafa.
Crime
Iasmin foi encontrada morta em 9 de dezembro de 2013, em uma obra, um dia após ter saído da casa da avó para ir até a feira onde a mãe estava trabalhando. No entanto, a menina não chegou ao destino. Após o sumiço, familiares e policiais chegaram a procurá-la, mas não a encontraram.
O pedreiro Luizmar Bernardes foi quem achou a menina morta na obra onde trabalha, no Bairro Paineiras. Ele lembra com tristeza do momento em que viu a menina. "Cheguei e nós [outros colegas] trabalhamos um pouquinho. Quando olhei lá dentro, me deparei com a criança morta lá e chamei outro colega meu para olhar. É triste de ver. A cena é lamentável."
fonte g1/goias




 
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