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terça-feira, 15 de outubro de 2013

MP-GO ouve prefeitos suspeitos de fraudar licitação de medicamentos

Operação Tarja Preta cumpre 123 mandados em 27 cidades de Goiás e MT.
Escritório de advocacia de Goiânia articulava o esquema, dizem promotores.
Prefeitos de várias cidades goianas investigadas pela Operação Tarja Preta, deflagrada na manhã desta terça-feira (15) pelo Ministério Público de Goiás (MP-GO), prestaram depoimento nesta manhã. Eles são suspeitos de participar de uma esquema de fraude em licitações para a compra de medicamentos.
O MP ainda não divulgou o nome dos envolvidos, mas um total de 20 administrações goianas são investigadas. Nesta tarde, estão no auditório do MP emGoiânia os prefeitos de Aragarças, AraguapazInaciolândia e o ex-prefeito de Pires do Rio. Mas os promotores não informaram se eles foram detido ou apenas conduzidos coercitivamente.

G1 tenta contato com as assessorias dos prefeituras que foram alvo da operação.Com o apoio da Polícia Militar, o MP cumpriu 123 mandados em 27 cidades, a maioria em Goiás e duas em Mato Grosso. Além de prefeitos, as diligências atingem secretários de saúde, funcionários da administração pública, empresários e advogados.
Entre os madados, são 38 de prisão temporária, 37 de condução coercitiva e 48 de busca e apreensão. De acordo com a promotoria, a organização criminosa era investigada há mais de um ano. Eles são suspeitos de formação de cartel, peculato, corrupção, indevida dispensa de licitação, falsificação de documentos e de lavagem de dinheiro.
De acordo com MP, um escritório de advocacia de Goiânia chamava distribuidoras de medicamentos para participar do esquema. Esse escritório montava os processos para a concorrência pública, indicando aquela que venceria a licitação como menor preço, já supefaturado.Municípios
Em Goiás, os mandandos são cumpridos em: Goiânia, Aparecida de Goiânia, Senador Canedo, Goianira, Trindade, Aragarças, Inaciolândia, Carmo do Rio Verde, Rubiataba, Ceres, Rialma, Rianápolis, Uruana, Corumbaíba, Cromínia, Israelândia, Matrinchã, Indiara, Perolândia, Aloândia, Luziânia, Araguapaz, Mozarlândia, Piranhas e Pires do Rio.
As diligências também acontecem em Barra do Garças e Pontal do Araguaia, ambas localizadas em Mato Grosso. De acordo com a assessoria do Ministério Público, duas pessoas que moram nessas cidades agiam em Aragarças, cidade goiana que faz divisa com MT, por isso, mandados são cumpridos no estado vizinho.
Uma das administrações investigadas é a de Corumbaíba, no sul de Goiás, onde cinco pessoas, entre elas o prefeito, foram encaminhadas ao Fórum da cidade para prestar esclarecimentos.
A Operação Tarja Preta iniciou por volta das 5 horas da manhã. Participam 70 promotores de Justiça e 386 agentes da PM de Goiás e do Mato Grosso.
FONTE G1/GOIAS




 
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